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quarta-feira, 13 de abril de 2011

"Meu mar"

Mar, és a saudade que aos poucos me mata ,
Uma vez que me toques, és...
Zéfiro que bate no coração e corta,
Safira do Deserto,
Azul que me encanta,
Nada é tão belo como tu, é certo,
(És a unica coisa que me espanta!!!)
Não há homem nem mulher
que me dê o que me dás,
que consiga sequer
dar-me metade da tua paz.
Nestas noites que olho à janela e nada vejo,
onde o cigarro é a minha unica companhia
rezo a deus pelo teu beijo
pela tua ancestral poesia...
Noutro mar que não o teu,
navego neste barco afundado
dobrando caminhos como bartolomeu
tormentando o presente com o passado..
a verdade é que és gigantescamente enorme,
mandaria edificar, se eu pudesse...
uma capela em teu nome,
onde iria quem quisesse,
lançar-te as redes... e matar com os teus peixes a sua fome..
fome de alegria, fome de paz,
fome de felicidade.. fome sagaz!
By: João Gabriel Pedroso Pedro
escrito numa noite de inverno, numa terra desconhecida.

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